segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O drama de refugiadas norte-coreanas na China

Ela não tinha nenhum dinheiro, nenhuma comida, nenhum futuro. Quando uma senhora sino-coreana que viajava pela Coreia do Norte disse a Hye* que ela poderia ganhar muito dinheiro na China, parecia uma oferta irrecusável



Hye e outras poucas senhoras atravessaram o rio frio da fronteira no meio da noite. Do outro lado, alguns homens fortes esperavam por elas. Quando bateram-se as portas da van por trás delas, Hye sabia que algo estava terrivelmente errado. Como 50 mil outras norte-coreanas atualmente escondidas na China, ela tinha sido enganada por traficantes humanos. 

As pessoas da van quase não falavam. Não havia como dizer para onde o carro iria. Elas foram levadas para um prédio, algum tipo de escritório, e trancadas até serem vendidas, uma a uma, para os chineses.

“Eu chorei cada dia dos três primeiros anos que fiquei na China”, disse Hye recentemente a Portas Abertas. “O homem que se dizia meu esposo me surrava terrivelmente. Ele também me engravidou e tivemos uma criança. Chegou um ponto em que eu não aguentava mais as surras e fugi. Agora, estou me escondendo dele. Uma vizinha, que também é uma refugiada ilegal da Coreia do Norte, traz meu filho de vez em quando, para que eu possa passar um tempo com ele”.

Logo após Hye deixar seu marido, foi apresentada a um dos grupos secretos para refugiadas da Portas Abertas na China e se tornou cristã. A obreira Sun-Hi incentivou-a a voltar para seu marido e tentar fazer as pazes com ele: “Tenho visto muitos milagres nos casamentos de maridos chineses e esposas norte-coreanas. Deus pode fazer isso, mas, algumas vezes, elas precisam suportar um pouco mais. Entendo que é fácil falar, mas, repetidamente, Deus tem provado que é capaz de restaurar esses relacionamentos e torná-los muito melhor para o casal e para seus filhos”. 

Hye se recusou a voltar. “As surras eram muito duras. Era horrível. Agora meu marido já comprou uma esposa nova”. 

Destino fatalAs histórias de outras refugiadas norte-coreanas são similares e igualmente complexas. Atraídas para longe de suas famílias e seu país, elas se acham presas em bordeis ou por maridos abusivos.

Frequentemente, as mulheres são “compartilhadas” por diferentes membros das famílias.  As sogras tendem a tratá-las como escravas. Muitas deixaram maridos e filhos na Coreia do Norte na esperança de conseguir sustento para eles. “O único motivo pelo qual não tirei minha vida é porque, pelo menos, eu posso sustentar minha família na Coreia do Norte”, dizem as refugiadas frequentemente.

Há muitos obstáculos emfugir para a China (pense na falta de dinheiro, nenhum contato, nenhuma identidade e nenhum documento de viagem), e há muitas consequências. Ainda que elas consigam evitar a prisão, fugir para a China significa perder todas as ligações com seus parentes na Coreia do Norte.  


Fonte: Portas Abertas Brasil

sexta-feira, 21 de junho de 2013


Um breve recado!

Infelizmente nós temos nos prostituídos espiritualmente, sim, falo NÓS, pois também faço parte desse grupo. Quantos de nós temos ido constantemente a igreja e oramos com toda nossa força por cura, bençãos e favores de Deus, e damos em troca nosso "culto dominical". Temos fugido do propósito Cristão que melhor coisa é DAR, do que receber, temos vivido pra nós mesmos, venerado nosso ego gospel e ignorado os que sofrem.

Os "pequeninos" do Senhor estão a nossa volta, mas não podemos, ou melhor, não queremos fazer nada. Somos igrejas cheias, porém, vazias. Queremos membros saudáveis, pessoas de bem. Clamamos ao Senhor por vidas. Quantas vezes não vi pessoas "clamando" por vidas dentro da igreja, mas quando terminam o culto sequer falam com seu vizinho.
Procuramos dogmas e ritos, vivemos como aqueles que crucificaram a Cristo, tapamos nossa boca quando devíamos falar e falamos quando devíamos orar. Somos cheios de rituais, datas, festas e mais fantasias. Demos o lugar de Deus ao mundo, e permitimos que o mundo nos ministre. 


Não podemos ler a Bíblia e nem orar, mas não deixamos a novela de lado, minha série favorita, meu futebol, meu cinema, meu computador... Agora o mundo se tornou nosso Deus e é a Ele quem prestamos nossa devoção. O mesmo sentimento que indignou milhões de pessoas pelo mundo ainda não tocou a igreja. Afinal, se o culto estiver cheio, os cofres abarrotados e as garagens lotadas, pra que pregar debaixo de uma ponte ou numa favela?


Tá na hora de a igreja também DESPERTAR, despertar para a realidade que nos rodeia. Ir as ruas e EVANGELIZAR, levantar a bandeira da SANTIDADE, quebrar com os muros da OPRESSÃO e do PECADO. O mundo acordou, a igreja não pode dormir!


Dinho Lindoso

sábado, 15 de junho de 2013

CONFIRA O TESTEMUNHO IMPACTANTE DO EX-ALUNO DA ESCOLA DO CLAMOR


Ola amados,
abaixo seguem os relatos do Ex-Aluno da Escola do Clamor Josemar Rocha. Sem dúvidas vai impactar a sua vida.
__
Um dia eu estava contrito, pensando em desistir de muitas coisas. Sério! Sentei no chão enquanto tomava banho, coloquei o louvor “Grande é o Senhor” de Adhemar de Campos, e tive minha crise particular com Deus.
Disse que não entendia tais coisas que aconteciam, não entendia o porque daquilo tudo, e que eu não iria mais falar dEle, que não queria mais chamado algum de nada. Simplesmente não suportava aquilo que estava passando.
Terminei meu banho, e me arrumei para igreja, só pelo costume mesmo.
Só que quando eu ia entrar no carro eu fui abordado por um morador de rua, muito sujo, sem nada, a não ser algo como uma bola enrolado num jornal. Fiquei parado com receio de ser algum roubo ou algo semelhante.
O mendigo simplesmente olhou para mim e começou a dizer tudo que eu tinha orado no banheiro, detalhe por detalhe, recitou de có o inicio do Salmo 48, que é o Salmo em que a música de Adhemar foi baseada, e disse: “Deus quer você abra a sua boca” dizendo que não era para eu desistir, e nem parar.
Simplesmente eu não conseguia me mover e nem falar nada, ele simplesmente passou por mim e foi embora. Uns 2 segundos depois olhei para trás e não vi para onde ele foi.
Deus cuida de nós, cuida de muito perto, e sabe qual é o nosso limite. Precisamos ser sinceros diante dEle e ter o coração aberto para suas maravilhas, ainda que venham da forma mais simples possível. Não sei se fosse um anjo, um profeta, ou o próprio Senhor Jesus que veio até mim, mas eu sei que foi tocado.
E não tenho mais como esquecer disso, nunca mais! Fui visitado, faca-a-face, pelo meu Senhor, na forma mais humilde e simples possível!
Por isso não podemos desprezar os miseráveis, famintos, órfãos, viúvas, enfim… todo o que é necessitado, pois podemos até não ver… mas podemos estar visitando ao Senhor, e alimentando-o.
Fonte: Clamor Pelas Nações

Cristãos iranianos enfrentam “perseguições e acusações sistemáticas”

O tratamento da minoria cristã no Irã tem estado sob análise nos últimos meses com alguns vereditos condenatórios a respeito do histórico de direitos humanos do país
Relatos do Foreign & Commonwealth Office (FCO) do Reino Unido e da Campanha Internacional pelos Direitos Humanos no Irã (CIDHI), sediada em Nova Iorque, citam evidência de "perseguição e acusação sistemáticas" de protestantes e cristãos convertidos, como parte de uma ampla violação das leis internacionais.
Como as eleições nacionais se aproximam, (e os eleitores vão às urnas em 14 de junho), o Irã está sob crescente pressão internacional para melhorar seu histórico de direitos humanos ou enfrentar contínuas sanções –sanções estas que o CIDHI afirma que estão tendo impacto no bem-estar do povo iraniano.
No seu relatório de abril, "Uma Crise Crescente: O Impacto das Sanções e da Política do Regime na Economia e nos Direitos Humanos do Irã", a CIDHI afirma que, ao invés de prejudicar o regime, as sanções provenientes do programa nuclear do Irã "trouxeram uma severa deterioração na habilidade do povo iraniano de ter seus direitos econômicos e sociais".
"Perseguição sistemática"O relator especial de direitos humanos da ONU no Irã, Dr. Ahmed Shaheed, registrou em setembro de 2012 que mais de 300 cristãos tinham sido presos ou detidos desde 2010, e que ao menos 41 foram detidos por períodos que variavam de um mês a mais de um ano, algumas vezes sem acusação formal.
O então presidente Mahmoud Ahmadinejad disse em fevereiro que o Irã "refutou" a argumentação da ONU de um aumento na discriminação de minorias religiosas, dizendo que "todas as pessoas do Irã, independente de sua religião ou etnia, desfrutam de iguais direitos de cidadania".
No entanto, o relatório da CIDHI de janeiro, "O custo da fé: perseguição de cristãos protestantes e convertidos no Irã", baseado em entrevistas com 31 iranianos cristãos entre abril de 2011 e julho de 2012, afirma que, "apesar das argumentações do governo iraniano de que respeita os direitos de suas reconhecidas minorias religiosas, a comunidade cristã no Irã enfrenta sistemática perseguição estatal e discriminação".
Esta visão é apoiada por Mansour Borji, diretor de defesa da iniciativa de direitos humanos Artigo 18. "Às vezes, a frase ‘perseguição sistemática’ é usada tão vagamente que soa como um clichê. Entretanto, no caso da perseguição de cristãos no Irã, se encaixa nos critérios", contou Borji à agência de notícias World Watch Monitor.
"Prisões arbitrárias e aprisionamento, restrições severas aos cultos de adoração na língua Farsi, um impedimento da publicação de Bíblias e literatura cristã em Farsi, ameaças e assédio de líderes da igreja evangélica, e contínuas tentativas de confiscar propriedades da igreja – estas são todas as peças do quebra-cabeça", disse.

"Em poucas palavras, há uma tentativa sistemática de privar as igrejas de membresia, literatura, treinamento e desenvolvimento de liderança, comunhão com outros cristãos ao redor do mundo, e o direito a liberdade de religião garantido por alianças internacionais das quais o Irã é signatário", completou Borji.

Sexta-feira (14), segundo o portal de notícias G1, "cerca de 50,5 milhões de eleitores foram convocados para eleger o sucessor do presidente Mahmud Ahmadinejad, que não pode aspirar a um terceiro mandato consecutivo e cuja reeleição em 2009 havia sido impugnada nas manifestações." Ao longo da semana, a Portas Abertas trará atualizações quanto à situação política no país e os seus efeitos sobre a perseguição aos cristãos.
Fonte: Portas Abertas

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Violência em funeral na Nigéria deixa 39 mortos

 No último dia 3 de maio, forças de segurança impuseram um toque de recolher por 24 horas em Wukari, Estado de Taraba, na região central da Nigéria, para evitar a escalada de violência entre cristãos e muçulmanos, que deixou pelo menos 39 mortos e 30 feridos

O embate entre a comunidade jukun, de maioria cristã, e os muçulmanos, de minoria fulani, ocorreu durante o funeral de um líder tradicional da tribo jukun.
Jukun é um grupo étnico, cuja maioria dos habitantes vive em Wukari e outras partes do Estado de Taraba. Muitos são cristãos, poucos são animistas* e alguns são muçulmanos. Os nômades fulani, predominantemente muçulmanos, migraram para Wukari ao longo dos anos.
De acordo com a tradição jukun, os corpos de chefes de alto escalão devem ser carregados pela cidade antes do enterro. Nesse caso específico, quando o cortejo fúnebre chegou a uma área predominantemente fulani da cidade antiga, jovens bloquearam a estrada e disseram que nenhum "arne" (infiél, no dialeto hauçá) poderia passar por aquela parte da cidade, alegando que o cortejo estava atrapalhando as orações da sexta-feira. Essa situação rapidamente evoluiu para a violência. 

A organização Christian Solidarity Worldwide (CSW) informou que, enquanto a polícia alega que houve 39 mortes, os habitantes insistem que a cifra é muito maior, com mais 30 feridos.
A CSW afirmou ainda que cerca de 70 casas e lojas foram destruídas em levantes contra veículos e outros bens e que fontes locais estimam que o custo total dos danos ultrapassa seis milhões de dólares, embora isto não possa ser verificado com exatidão, até o momento.
Funcionários do governo confirmaram, por telefone, que a cidade está tomada pela violência, similar em escala a um surto ocorrido em fevereiro deste ano, quando uma contenda entre jovens muçulmanos e cristãos custou a vida de 40 pessoas e deixou 400 desalojadas.
"O toque de recolher de 24 horas ainda está em vigor e todos os moradores estão dentro de casa. Policiais e soldados estão patrulhando as ruas para manter a lei e a ordem", disse Joseph Kwaji, porta-voz da polícia, aos repórteres, dois dias após o funeral.
Um ex-senador cristão de Wukari, Danlami Ikenya, disse que o embate foi infeliz, considerando-se que os moradores da cidade viviam em paz há anos, a despeito de suas diferenças étnicas e afiliações religiosas.

"Há um lugar para se sepultar líderes tradicionais, onde sempre foram sepultados no passado", disse Danlami. "Não entendo por que um funeral deveria resultar em um conflito entre cristãos e muçulmanos. A questão em jogo é provavelmente maior do que diferenças religiosas que aparentemente acionaram o conflito". 

O general nigeriano aposentado Adamu Tubase Ibrahim, um líder muçulmano, também expressou surpresa sobre o incidente, observando que muitos inocentes foram mortos no ataque que, segundo ele, deveria ter sido resolvido amigavelmente.
"O que aconteceu é uma infelicidade. Os grupos beligerantes deveriam depor suas armas e permitir que a paz reinasse", disse Adamu. "Entretanto, é necessário que o governo investigue apropriadamente qual é o verdadeiro problema".

*Animista: modalidade religiosa que implanta espíritos em toda a natureza, sendo esses espíritos semelhantes ao espírito do homem. Na antiguidade, e ainda hoje em grupos indígenas e isolados, é comum atribuir características animistas a elementos da natureza como "o deus sol," ou "o deus do céu", ou seja, a personificação antropomórfica de elementos e fenômenos naturais.

Fonte: Portas Abertas Brasil

quarta-feira, 15 de maio de 2013

25 de maio é o Dia da Evangelização Global, compartilhe!


Diversas entidades evangélicas se preparam para o “Global Outreach Day” (Dia da Evangelização Global), marcado para o próximo dia 25 de maio, quando milhões de cristãos sairão às ruas para compartilhar a mensagem do evangelho.
 
De acordo com o site do ministério, o objetivo do projeto é a integração do maior números de igrejas e pessoas. “Cada pessoa, independente de sua personalidade e dons, pode disseminar o evangelho de uma forma única e de acordo com o seu ambiente cultural”, explica o portal.
 
A expectativa é que neste dia cada participante aborde pelo menos uma pessoa, formando uma espécie de corrente evangelística. O “plano de ação” inclui orações, coreografias, apresentações, aprendizado sobre a Bíblia, elaboração de estratégias e testemunhos. Para mais informações, clique aqui
Fonte: Igospel.com