O deputado federal Jean Wyllys anuncia que pediu proteção policial
para garantir sua segurança. Segundo a assessoria de imprensa do
parlamentar, tal decisão foi tomada depois de “centenas de insultos e
ameaças à vida e segurança do deputado recebidos nos últimos dias”.
Para Wyllys, as campanhas difamatórias contra ele seriam iniciadas e incentivadas por pessoas ligadas ao pastor Marco Feliciano. Segundo a nota oficial, “inclusive por funcionários da própria Câmara dos Deputados lotados no gabinete do deputado pastor”.
Além
disso, o deputado Wyllys, além dos parlamentares petistas Domingos
Dutra (MA) e Erica Kokay (DF), entraram com “representações criminais
contra os autores e divulgadores de vídeos, imagens e notícias que
caluniem ou incitem a violência, publicados em redes sociais e portais de notícias”. O motivo principal seria o vídeo produzido por aliados de Marco Feliciano que mostra várias cenas dos opositores ao fato do pastor ocupar a presidência da Comissão de Recursos Humanos e Minorias.
O
parlamentar do PSOL já disse estar indignado com as várias mensagens
suas associadas a frases que ele nunca disse sendo divulgadas com
palavras de ódio contra ele e pedindo sua cassação. Uma dessas frases,
inclusive, foi desmentida pela rádio CBN, afirmando que a informação é
falsa e que a entrevista mencionada nunca existiu.
Paralelo a
isso, os responsáveis pela “Missão Ctrl-S” estão utilizando as redes
sociais para divulgar uma campanha “em favor” de Jean Wyllys. Seu
objetivo não é politico, mas sim espiritual.
“O Jean Wilys não
está ouvindo, nem lendo, suas críticas nas Redes Sociais. Mas Deus ouve
suas orações. Ore. Deus é mais poderoso que suas críticas” diz o texto
divulgado. A imagem do deputado sorrindo vem acompanhada dos primeiros
versículos da carta bíblica de 1 Timóteo: “Exorto, pois, antes de tudo
que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por
todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para
que tenhamos uma vida tranquila e sossegada, em toda a piedade e
honestidade”.
A “Missão Ctrl-S”,
cujo nome remete ao atalho usado por softwares para o comando salvar,
parece seguir a tônica da Rede Fale, que em meio a tantas polêmicas
envolvendo líderes religiosos e políticos, tentam mostrar que “os evangélicos não são todos iguais”.
Retirado de: Gospel Prime

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